


| CEFALÉIAS PRIMÁRIAS INCOMUNS NA INFÂNCIA |
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| Escrito por Ana Maria Ladeira Yamada | |||
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INTRODUÇÃO A avaliação de dor na infância e adolescência exige do médico, além do conhecimento técnico, perspicácia, que leve em conta fatores contextuais e o filtro que inevitavelmente encontramos nos pais. Quando necessitamos uma maior descrição da dor, a discrepância de informações pode interferir muito no diagnóstico 1. Lembrando esse aspecto, se muitas vezes fazer um diário de cefaléia auxilia na detecção da migrânea e da cefaléia do tipo tensional (CTT), as cefaléias primárias mais comuns 2, 3 ele se torna quase indispensável para detectar cefaléias incomuns nessa faixa etária. A Classificação Internacional das Cefaléias de 2004 4 (ICHD-II) destaca uma constante para o diagnóstico de qualquer cefaléia primária (ainda que poucas ressalvas faça à infância), a preocupação em excluir cefaléias secundárias; cabendo ao médico a anamnese, os exames clínico e neurológico, a solicitação de exames complementares e o discernimento, na presença de outra afecção, quanto à relação temporal entre as referidas desordens. Esse cuidado tem que ser redobrado na infância, pela apresentação atípica e peculiar das cefaléias. Serão descritas a seguir, cefaléias primárias incomuns, com maior destaque para a cefaléia em salvas e a Hemicrania Paroxística, pertencentes ao grupo das cefaléias trigêmino-autonômicas (CTA), a cefaléia primária em facada e a cefaléia primária do esforço. Clique no link ao lado e baixe o conteúdo completo para o seu computador
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MANUAL PRÁTICO PARA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DAS CEFALÉIAS
CEFALÉIAS PRIMÁRIAS: TEORIA E PRÁTICA
Dr. Wilson Farias da Silva Prof. Titular e Docente Livre de Neurologia da UFPE
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