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Home Dor de Cabeça Cefaleia na Infância e Adolescência TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL
TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E-mail
Escrito por Luciana Campaner Fernandes Jalles   

As conseqüências negativas da cefaléia na infância e juventude são com freqüência subestimadas. Segundo Karwautz (1999) (1) e Grazzi (2004) (2), os prejuízos em longo prazo incluem diminuição da interação social, mais dias de falta na escola, um número maior de problemas escolares, tempo mais longo na execução da tarefa de casa e sensação de exaustão após a escola.

Segundo Trautmann e colaboradores (2006), as duas abordagens mais utilizadas no tratamento da cefaléia infantil têm sido a medicamentosa e a psicoterapia (3). Por falta de conhecimento dos efeitos do uso prolongado de algumas medicações em crianças, os tratamentos psicológicos têm ganhado maior atenção (4). As intervenções cognitivo-comportamentais, as técnicas de relaxamento (incluindo relaxamento muscular progressivo e treinamento autógeno) e o biofeedback de eletromiografia, de temperatura e de controle vasomotor são as intervenções mais freqüentes (3).

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